Lengua francesa
Gozando de una experiencia de medio siglo en el ámbito del francés como lengua extranjera, el CIEP participa en el marco de las políticas públicas, en la difusión y la promoción del francés en el extranjero. En Francia, acompaña a los extranjeros durante sus procesos de escolarización y de inserción profesional.
Sus acciones se organizan en torno a tres ejes:
- La formación de cara a las profesiones del francés, destinada a los profesionales de dicho ámbito: profesores, personal de dirección, auditores de calidad, directores de cursos, asesores pedagógicos. De este modo, el CIEP organiza cursos universitarios de invierno y de verano sobre las profesiones del francés (BELC), ofreciendo un reconocimiento universitario y una formación destinada a la obtención de un diploma (master II). Igualmente responde a las solicitudes puntuales emitidas por autoridades locales, organismos privados o cargos diplomáticos franceses. Propone una formación a distancia PRO FLE con el Centro nacional de enseñanza a distancia (CNED) y el Ministerio de Asuntos Exteriores y Europeos.
- La normalización y la calidad: referenciales de profesiones para los profesores, formadores…, programas escolares, ingeniería de la formación. También elabora dispositivos de calidad y gestiona el sello “calidad del francés como lengua extranjera” de los centros de idiomas ubicados en el territorio francés.
- La innovación pedagógica (enseñanza escolar y superior): transmisión de los resultados de la investigación en el aula, acompañamiento de las políticas lingüísticas (seminarios y coloquios) y de las políticas digitales para la enseñanza del francés, dirección de los portales destinados a los profesores de francés en el mundo (Franc-parler.org y Le fil du bilingue).
Entre sus acciones, también dirige misiones de auditoría y de control, tanto en Francia como en el extranjero, en el marco de proyectos o respuestas a licitaciones públicas.
Avaliação e certificações
O CIEP assegura, para os ministérios franceses da Educação Nacional e do Ensino Superior e da Pesquisa, a gestão pedagógica e administrativa dos diplomas para estrangeiros não francófonos (DILF, DELF et DALF) e do Teste de Conhecimento do Francês (TCF), que se declina em quatro versões.
Ele oferece uma gama de diplomas para todos os públicos, todas as idades e todos os níveis: o DILF (Diploma Inicial de Língua Francesa), que dirige-se aos grandes incipientes e aos novos ingressos na França de mais de 16 anos, o DELF (Diploma de Estudos em Língua Francesa) e suas declinações para o ensino primário, secundário e profissionalizante ("DELF Prim", "DELF escolar e júnior", "DELF Pro") e o DALF (Diploma Aprofundado de Língua Francesa).
Estas certificações, internacionalmente reconhecidas, atendem simultaneamente a necessidades individuais e à avaliação de grandes grupos como ferramenta de política linguística no exterior.
O estabelecimento oferece, aliás, um know-how na área pedagógica e psicométrica (apoio à elaboração ou à modernização de diplomas estrangeiros, ajuda para a constituição de bancos de itens, auditorias, habilitações, etc.) e responde a licitações europeias.
Línguas e mobilidade
O CIEP concorre para a política de ensino das línguas estrangeiras na França na sua dimensão internacional e contribui para a promoção do multilinguismo e da mobilidade.
Ele gere, por conta do Ministério da Educação Nacional, diferentes programas de mobilidade: intercâmbio de assistentes de língua, de docentes, estágios linguísticos, estadias profissionais, programas bilaterais de cooperação, etc., e anima dois websites de apoio ao ensino das línguas na escola primária, PrimLangues, e nas seções europeias ou de línguas orientais, Emilangues.
Ele organiza seminários sobre: a formação dos docentes de línguas (Universidade de Verão SemLang), as línguas no primeiro grau, a literatura jovem, o ensino das línguas, etc., e promove visitas de estudo.
Ele assegura a gestão administrativa dos diplomas de dimensão internacional do Ministério da Educação Nacional: AbiBac, e opção internacional do baccalauréat (OIB).
Ele responde, junto com outros órgãos europeus e franceses, a licitações, e propõe o seu know-how ao Conselho da Europa e à Comissão Europeia.
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